Tuesday, November 1, 2016


  

Programas de Renda Condicionados à Educação (RBUE) Concatenados com Programas de Renda Incondicionados (RBU) como Forma Eficiente de Universalizar Trabalho e Renda.

 

O problema socioeconômico mais fundamental é a falta de trabalho e renda garantida para todos sempre. A solução abrangente desse problema está na ideia de que, uma pessoa envolvida em atividades educativas como aprendiz ou aluno, tanto através da autoeducação, ensino a distância(EAD) quanto no ensino presencial deva ser paga por esse duro trabalho de autotransformação.

O processo cada vez mais acelerado da concentração de riqueza e renda e os avanços tecnológicos para substituir o trabalho humano por máquinas, bem como software de maximização de aproveitamento de serviços, parece indicar um cenário muito difícil para o futuro próximo, no que toca a alocação de trabalho e renda, onde programas como ora abordados trazem a solução.

Um programa de cobertura universal, com exigência, para maiores de 21 anos de trabalhar na elevação de seu nível educacional ou estar inserido no mercado de trabalho usual para auferir renda, usa Uma Renda Básica Universal Educacional (RBUE) e uma Renda Básica Universal (RBU) aplicadas de forma integrada.

  Uma Renda Básica Universal (RBU), defendida por organizações como Basic Income Earth Network (BIEN) e Garantia de Renda Básica para os Estados Unidos (USBIG), é um programa que não condiciona a renda a qualquer contrapartida. 

Uma Renda Básica Universal Educacional (RBUE), por outro lado, exige como contrapartida à renda a ser paga,  trabalho como aprendiz ou estudante em uma atividade de autoeducação, EAD ou educação presencial, rigorosamente controlada em termos do seu nível de aproveitamento adequado. Esse sistema iria remover a crítica de renda sem trabalho e acrescentar um significado especial para as pessoas envolvidas, pois serão produtoras de um bem precioso, capital humano, onde se alcança o crescimento pessoal em termos culturais e intelectuais e na qualificação laboral dos participantes, em benefício da sociedade como um todo.

Os testes de RBU ora em andamento na Finlândia, noticia-se serão reformulados com a introdução de condicionamentos para a percepção da renda, devido a não aceitação social do trabalho sem renda. Mesmo num mundo futuro onde robôs façam todo trabalho, por certo, programas de RBUE farão muito sentido, pois admitir-se uma humanidade ociosa em sua maioria, sem buscar horizontes mais amplos no trabalho de ampliação do conhecimento pela estudo e pesquisa é inaceitável.

Por fim programas que que usem RBU (até 21 anos de idade) RBUE (para maiores de 21 anos) concatenadas, parecem promissores.
Para pessoas com mais de 21 anos de impedidas de participar dos programas de renda educational ou do mercado de trabalho usual, por se verem obrigadas a se dedicadar ao trabalho doméstico e / ou criação de filhos,ou ainda por razões de saúde e outras, deve, pelo menos, ser garantido o direito a uma renda basica universal. 

               Pontos cruciais desse tipo de programa envolvendo (RBU) e (RBUE) são: 

          1) Pagamento individualizado, inclusive para crianças, em dinheiro (cartão magnético), pois isso assegura cidadania econômica desde o nascimento. Periodicidade dos pagamentos no máximo mensal. Por certo, para crianças a administração dos recursos será exercida pelos pais ou responsáveis legais. 

         2) Cursos e disciplinas admitidos devem ser em nível do mais elementar até avançado, de natureza geral, bem como técnicos e de cunho prático. Cursos de alfabetização em letras, números e informática são cruciais. Assim interessados com as mais diferentes bases culturais e intelectuais poderão participar, desde o iletrado total até o pós-graduado, que estejam enfrentando falta de trabalho e renda. 

          3) A verificação de um rendimento mínimo adequado no processo de educação e autoeducação deve ser sempre feita. O envolvimento nesse trabalho de verificação do rendimento dos participantes dos programas de RBUE deverá contar necessariamente com instituições educacionais já existentes (Escolas, Colégios, Academias, Universidades). Uma ferramenta importante para esse trabalho de verificação do rendimento seriam cabines indevassáveis para aplicar os testes. Essas cabines à prova de fraude são tecnicamente factíveis e poderiam, também, ser úteis ao sistema escolar e acadêmico usual, inclusive para avaliar a efetividade do ensino. As cabines podem estar continuamente disponíveis e afastam do professor o ônus do estresse, inclusive de eventuais pressões relacionadas à aplicação de provas, agora ligadas a um fator econômico.  Esse tipo de recurso tecnológico que poderá parecer algo temerário para alguns, talvez possa ser ferramenta eficaz de progresso na área educacional e social. O alcance de uma rigorosa e eficiente  verificação de um rendimento mínimo adequado, tem outro aspecto crucial, pois deve evitar a escassez da oferta de mão de obra, papel usualmente desempenhado pela ameaça da pobreza.  Por óbvio, circunstancialmente, os mecanismos usuais de verificação do rendimento escolar, aplicados com rigor e eficácia, serão adequados aos programas em pauta.  

        4) Pagas diferenciadas para níveis do programa com graus de dificuldade maior ou menor, como estímulo ao progresso cultural e intelectual dos participantes. Aqui cabe observar que os níveis de ganho, embora diferenciados devam ser adequadamente modestos, para não desestimular a contínua busca pelo mercado de trabalho usual. Propostas como a que recentemente foi a plebiscito na Suíça, para uma renda básica com valores irrealisticamente altos, mesmo para um país rico, por certo pesou para sua derrota nas urnas. Perdeu-se assim a magnífica chance de ver uma Renda Básica Universal(RBU) funcionando na Suíça, tanto no sentido de um amplo teste experimental do sistema, como para ampliar o interesse e consciência das amplas possibilidades desses programas sociais. Pena os suíços não terem considerado uma RBUE ao invés da RBU proposta.

       5) Mecanismos que permitam de forma permanente, contínua o trânsito entre o programa de educação remunerada e o mercado de trabalho usual, seja porque o participante do programa prefira um trabalho não educacional por motivos puramente psicofísicos individuais (estudar "dói” e exige resiliência, pois parece envolver uma contínua auto reestruturação), ou por visar maior renda, ou ambos. Se ressurgir situação de falta de trabalho e renda poderá retornar ao programa. A situação ora posta refere-se aos maiores de vinte e um anos e que estariam cobertos pela Renda Básica Universal Educacional (RBUE), pois àqueles de zero até vinte e um anos estariam cobertos por um Renda Básica Universal (RBU), um programa que não condiciona a renda a trabalho ou status socioeconômico. Cabe notar que desde o nascimento e na posterior trajetória escolar até os 21 anos, sempre há o trabalho duro de apreender e autotransformar-se.

Esses programas de acesso ao trabalho e renda, podem ser de grande importância, para: 

  1) Falta de trabalho e renda, talvez o maior desafio para alcançar uma vida social harmoniosa.  

 2) Migrantes e refugiados, fugindo de dificuldades em suas regiões de origem e muitas vezes enfrentando dura rejeição em países ou regiões onde eles procuram melhores condições de vida.  Programas sem exigência de contrapartida e aqueles condicionados a participação em processos educacionais, acima aludidos, poderiam ser ferramentas importantes nos campos de refugiados já existentes ou mesmo em territórios nos países de origem, ou em terceiros países, acordados, estabelecidos e salvaguardados, por exemplo, pela ONU.    

3) Outro problema com raízes socioeconômicas, a taxa de criminalidade, muitas vezes subindo e a alta reincidência criminal com certeza iriam se beneficiar de programas de universalização de renda e trabalho, para o benefício de todos nós, pela diminuição da violência interpessoal, em boa medida gerada pelo estresse para a sobrevivência. Trabalhar dentro de um programa de Renda Básica Educational Universal (RBUE), poderia ser exigido e estendido a todos os presos, com custos e dificuldades menores do que os associados a prover trabalho usual para todos nos sistemas prisionais.    

4)       Estimular a Economia é um desafio, ainda mais importante em crises como a da COVID19, repasses episódicos de recursos à população devem ser menos eficientes do que repasses perenes, como os proporcionados por programas de Renda Básica Universal Educacional. Em situação de crise, sem segurança de trabalho e renda muitos irão segurar o máximo de recursos que puderem, mas se a sociedade solidariamente garante uma renda, ainda que modesta, mas permanente, os recursos recebidos devem circular no sistema econômico.

         5) Uma Renda Básica Universal Educacional(RBUE) concatenada com uma Renda Básica Universal (RBU) incondicionada, ao gerar uma cobertura universal para prover trabalho e renda, virá a produzir uma estrutura socioeconômica, onde os extremos patológicos de pobreza e de concentração de riqueza e renda poderão ser eliminados.
Meritocracia Genuína, Democracia, Liberdade e Empreendedorismo devem ser reforçados. Uma sociedade como essa ainda dá margem a uma grande heterogeneidade econômica, haverá ainda pobres e ricos. Porem, extremos, hoje em crescimento, de miséria e pobreza ligados a escassez de trabalho e renda e desvalorização do trabalho prestado e a concentração de riqueza e renda patológicas, frutos de privilégios inseridos nas leis e que permitem acúmulos cartoriais(no sentido de registradas em documentos) imensos, não ligados a trabalho e mérito, tenderão a diminuir.

Por fim, universalização de trabalho e renda com forte estímulo ao continuado aumento do nível educacional parece contribuição fundamental ao significado e desígnios da civilização humana.

 










Friday, October 28, 2016

Da Natureza da Matemática Moderna e da Realidade.

O matemático Edward Frenkel escreveu um livro valioso de iniciação à matemática moderna para leigos( talvez nem tanto) nessa área do conhecimento,  que sentem ser de interesse para sua evolução intelectual, poder alçar voo em direção a altos níveis de abstração, onde parece residir a possibilidade de entender a natureza das coisas.
O estudo da matemática moderna se desenvolve já há alguns séculos e segue em plena expansão através de pesquisas de ponta ora em andamento pelo mundo afora. A matemática parece algo como uma "linguagem" que nos possibilita acesso um manual de instruções de “legos” que subjazem a estrutura e funcionamento de mundos, pois parece ser a expressão de uma inteligência universal e atemporal através da qual se pode compreender, nos limites das criaturas, todos os mundos possíveis, passados, presentes e futuros, sendo nossa realidade ou mundo um dentre muitos possíveis.
O livro “Amor e Matemática” é uma rara oportunidade a propiciar ao leigo interessado um vislumbre do tema, mesmo sem o domínio das técnicas que respondem pelo desenvolvimento dessas pesquisas, cujo domínio requer talento, esforço e uma vida dedicada ao trabalho nesses temas. De qualquer forma talvez todos tenhamos que trilhar esse tipo de aprendizagem, nos altiplanos da abstração, para nos aproximar do coração da realidade escondida, por certo com reverência e gratidão. A esperança é que a Realidade Última nos propicie alguma forma de mais "existências" para um possível trabalho nesse caminho de redenção e que inclua a todos.

Segue a transcrição do primeiro paragrafo do prefácio do livro “Amor e Matemática” que constitui também um convite para encetar essa jornada redentora rumo ao entendimento. ”Há um mundo secreto lá fora. Um universo paralelo oculto de beleza e elegância. Entrelaçado intricadamente com o nosso. É o mundo da matemática. E ele é invisível para a maioria de nós. Este livro é um convite para a descoberta desse mundo.



















Monday, October 24, 2016


Wednesday, October 21, 2015


Public Money, Private Money, Work Income, Registrarial Income.
Avoiding the Trap of Unlimited Income Concentration.

Daily the news alert us about costs of malpractice involving public money (money here also meaning wealth and value). A simple reflection leads us to see that so much public money as  private money originates or is generated by the summation of all work realized to produce it, so before it is public or private money we call it “original” money. Some of this money becomes public through taxes and other mechanisms. The rest becomes of private nature; it can be by overtly illegal or by legal means (not necessarily fair). Legal money becomes private property by two ways: 1)As a direct compensation for work done, a more or less reasonable relation with work complexity, duration, risks, etc. is perhaps often present. 2) Through mechanisms that we call registrarial (in the sense of registered in conformity with the universe of the current legal rules referring to notarial registry, vested rights, documents), which indicate the share to be allocated to each one, from the “original” money/wealth. These legal rules or laws are often the outcome of power relations also strongly rooted in the past and not based on logic and merit. So it seems fair to say that there is  at least a moral malpractice  involving  lots of private money since very high values  are appropriated by relatively  few people, often without counterpart of any work  at all; or the work or activity which is said to correspond to such huge incomes seems largely under what could reasonable be expected. Dramatic magnification of these shocking distortions of income by the financial system occur, since having huge amounts of capital available to invest, this small fraction of the population expands greatly the concentration of income by mechanisms where money generates money and discard meritocracy. A healthy way to correct this situation appears to be highly progressive income taxes, but without inhibiting entrepreneurship.  A taxation following sigmoid curves or similar to the letter “S” something right tilted, has been proposed. By the way, these are the kind of curves found in our blood’s oxygen binding by hemoglobin graphs, in his function to deliver the vital oxygen to organs and tissues according to their actual needs, related to the work performed to serve the healthy functioning of our body. Money circulating adequately could bring health to humankind’s social body?  These "sigmoid" or “centripetal“taxes would be very low for modest incomes and approaching 100% for the upper portions of extremely high incomes (here necessarily all kinds of income  should be considered, both wages, wage supplements, commissions, dividends,profits, rents, inheritances, donations and financial income of any kind, no exceptions). One should note that even someone with a very high income, will have low and moderate taxation on the lower ranges of income, which will allow net incomes still highly different. This taxation will free us from the trap of unlimited and unjust income concentration, and thereby restoring a comprehensive meritocracy. To ensure the continuity of strong entrepreneurship access to abundant and cheap capital is necessary. Hence total tax exemption would apply for all the values compulsorily scheduled for productive investments of all kinds, including research and education. If not immediately used for productive investments, taxable funds are immediately transferred to  “Economic and Social Development Banks” with yields less than the inflation rate or possibly even negative interest rates, but available to the entitled, for their productive investments. Alternatively, if the available values are for final integration to the private property by the entitled, the payment of the “sigmoid” income tax will take place. Such a mechanism seems also very appropriate for taxation of private inheritances as well as those involving inheritances of companies of all kinds.



Saturday, October 10, 2015


Dinheiro público, Dinheiro privado, Renda de trabalho, Renda cartorial.

Diariamente somos alertados pelas notícias sobre os custos da malversação do dinheiro público (dinheiro usado nesse texto no sentido, também, de riqueza e valor). Uma simples reflexão nos leva a perceber que tanto dinheiro público como o dinheiro privado tem origem no somatório de todo o trabalho realizado para gera-lo, por isso antes de ser dinheiro público ou privado era dinheiro “original”. Parte desse dinheiro se torna público por meio de impostos e outros mecanismos. O resto se torna de natureza privada, pode ser por meios ilegais ou legais (não necessariamente justos). A agregação como propriedade privada individual do dinheiro se dá, por um lado, 1) como compensação direta pelo trabalho realizado, nesse caso muitas vezes o valor auferido está em correspondência com a complexidade, duração, riscos, etc. do trabalho realizado. Isso leva a uma satisfação moral e lógica com o processo.2) Através de mecanismos que chamamos cartoriais (no sentido de escrito em papel ou a partir do universo das regras vigentes, registro de privilégios, em geral difíceis de embasar moralmente ou na lógica), onde volumosos recursos são repassados para pessoas sem a realização de trabalho ou em quantias muito acima do que seria esperado pelo trabalho ou atividade realizada. Assim, parece justo dizer que há uma malversação "legal" ou moral envolvendo dinheiro privado, as regras ou leis que asseguram essa situação se baseiam em relações de poder e não em mérito. Essas distorções chocantes de renda são dramaticamente ampliadas pelo sistema financeiro, uma vez que tendo grandes quantidades de capital disponível para investir esta pequena fração da população expande grandemente a concentração de renda por meio de mecanismos em que o dinheiro gera dinheiro e a meritocracia é descartada. Uma forma saudável de amenizar a ação desse mecanismo de concentração de renda é um imposto de renda altamente progressivo, mas sem inibir o empreendedorismo. Um sistema tributário de interesse, chamado centrípeto ou sigmoide por seguir curvas sigmoides ou semelhantes à letra "S" algo inclinada para a direita. (Curvas sigmoides também representam características de nosso sangue em sua capacidade de captar e liberar oxigênio para os diferentes órgãos e tecidos de nosso corpo, de acordo com as necessidades dos mesmos em seu trabalho de nos manter vivos e saudáveis. Dinheiro pode ser visto como o sangue da humanidade, uma circulação saudável e adequadamente regulada deve levar harmonia e saúde ao sistema socioeconômico que embasa a vida da humanidade.). O imposto “centrípeto” ou"sigmoide" seria muito baixo para rendimentos modestos e aproximando-se de 100%, tão só, para rendimentos extremamente elevados (aqui, necessariamente, todos os tipos de rendimentos devem ser considerados, tanto: honorários de assessorias e pareceres, salários, suplementos salariais, comissões, dividendos, lucros, aluguéis e receitas financeiras de qualquer natureza, heranças, doações e outros, sem exceções). Deve-se notar que mesmo alguém com um rendimento extremamente elevado, terá a tributação baixa e moderada nas faixas mais baixas de sua renda, o que permitirá receitas líquidas ainda altamente diferentes. Sistemas de tributação progressiva como esse, libertam da armadilha da concentração de renda ilimitada e injusta e restauram uma meritocracia abrangente. Para garantir uma economia estimulante ao empreendedorismo, acesso a capital abundante e barato se faz necessário, assim, haveria isenção fiscal total para todos os valores obrigatoriamente destinados a investimentos produtivos de todos os tipos, incluindo a pesquisa e a educação. Se não imediatamente utilizados para investimentos produtivos, os recursos seriam depositados em Bancos de Desenvolvimento Econômico e Social com rendimentos inferiores à inflação ou mesmo com taxas negativas como em certos bancos centrais de países altamente desenvolvidos. Os recursos estariam disponíveis para o intitulado, para seus investimentos produtivos ou se os valores disponíveis destinam-se a integração final como propriedade privada, pelo titular, o recolhimento do imposto de renda "sigmoide" será feito. Esse tipo de taxação é adequado também no caso de heranças e doações em geral, especialmente herança de empresas, pois evitará a descapitalização e estimulará a continuidade do funcionamento das mesmas.


Wednesday, June 24, 2015


BABIES: SUDDEN DEATH, OVERHEATING, POLYESTER BLANKETS.

The extraordinary ability to retain heat by polyester blankets and possibly some other types of tissues should be cause for serious concern and care in their use with babies.
Sudden death of babies may relate to overheating. Avoid agonizing thermal stress is important too. Unable to speak, babies only manifest themselves by crying, whose motive is often misunderstood. Mothers, parents and caregivers should be very careful to check if the baby is not subject to an overheating situation, not simply just check the extremities, hands and feet, generally colder, but also the temperature of the whole body.
Thus, use of fabrics that allow adequate ventilation and moisture exchange is essential. Internet specialized sites on the use of adequate materials, as sleeping bags of cotton and merino wool are available. Alert mothers with limited access to information is important.  
By the way, overheating would tend to be more common in winter.
People in immobility and powerless to communicate, obviously also deserve intense attention on the theme. Help spread this information in support of the comfort and safety for our babies and people unable to communicate.


Thursday, September 25, 2014


 



Permanent availability of exchange between “learning work" and "usual work” through Education Conditioned Income Programs Concatenated with Unconditioned Income Programs as an Efficient Way to Universalize Work and Income and achieve a harmonious and productive socioeconomic system worldwide.

New possibilities with personalized learning and technologies to assure fair assessment.


        The most fundamental socioeconomic problem is lack of work and income guarantee for everyone ever. The comprehensive solution to this problem is a socioeconomic program where a participant, without work and income in the usual market, can chose to enroll in educational activities as an apprentice or student, through self-education, distance learning or in face-to-face classes, and be paid for this arduous work of self-transformation. This will increase human capital available to enhance overall progress. Since “learning work” is always available, in terms of construction of knowledge and abilities, all adults will have access to work and income. Quick and efficient transit from the educational income program to the usual work market and back to the program is crucial.

 

 Considerations on such programs follow.

       Educational Universal Basic Income (EUBI) and classic Universal Basic Income (UBI) programs should function in an integrated manner, with a requirement for those over 21 years of age to work either to raise their educational level performing “learning work” or inserting themselves in the “usual work” market, as employee or entrepreneur, to earn an income. A Universal Basic Income (UBI), advocated by organizations such as Basic Income Earth Network https://twitter.com/BasicIncomeOrg and Basic Income Guarantee for the United States https://twitter.com/USBIG

, is a program that does not condition income to work. An Educational Universal Basic Income (EUBI), on the other hand, conditions income to work as an apprentice or student in a self-education activity, distance learning or face-to-face education. This system removes criticism of income without work and add a special meaning to people involved, because they will be producers of a precious asset, human capital, where the personal growth in cultural and intellectual terms will also result in labor qualification of the participants.

        In a future world, where AI, robots and service optimization software resources will provide most usual work, Educational Universal Basic Income (EUBI) programs seem a promising way to go, since admitting a mostly idle humanity, without seeking broader horizons in the work of expanding knowledge, arts and culture and hence construct talents , by study and research ,seems undesirable.

        Our Program proposes a classic Universal Basic Income (UBI), up to 21 years of age, and an Educational Universal Basic Income (EUBI), for those over 21 years of age.

       For persons over 21 years of age who are unable to participate in educational income programs and the usual labor market because they must dedicate themselves to domestic work and / or raising children, or for health and other reasons, the right to a universal basic income must be guaranteed , certainly, without suppressing existing specific support they already have.

       Those EUBI participants unable to attain an adequate “school achievement” from their “learning work” and fail to insert in the usual work market should always have right to the basic UBI.

 

 Crucial points of this type of program involving (UBI) and (EUBI) are:

            1)Individualized payment, including minors from birth on, to ensure a lifelong economic citizenship to all. Non-minors will have to work, producing human capital, to benefit from these programs, hence the educational aspect. Frequency of payments at least monthly. Of course, for children, parents or legal guardians will exercise the administration of resources. 

              2) Courses and disciplines admitted must be from the elementary to advanced level, of a general nature, as well as technical and practical. Literacy courses in letters, numbers and informatics are crucial. Thus, interested with the most diverse cultural and intellectual bases may participate, from the illiterate to the postgraduate, facing lack of work and income.

             3) The verification of an adequate minimum performance in the learning work is imperative, at least under normal circumstances. The involvement in this work of verifying the learning performance of the participants of the EUBI programs must necessarily count on already existing educational institutions (Schools, Colleges, Universities). Exams applied in the traditional way are adequate, but specialized and independent teams for this specific task are necessary. In a world with a lack of work, an expansion of jobs around educational activities seems adequate.

            Eventually participants in the program could rise to millions, and machine-assisted verification may be necessary. A tool for this learning performance verification could be fraud proof cabins to apply the tests. These fraud-proof cabins seem technically feasible. These cabins can also be useful in schools, colleges, and universities, to evaluate the effectiveness of teaching and learning. Additionally, to get control over Distance Learning Courses that lead to diplomas that endow individuals to exercise a profession. This problem of diplomas without substance is an ongoing problem and can be of high socioeconomic cost. Quality of assessment and online anti-cheat systems are becoming available and may be of great significance in implementing EUBI programs:

https://files.eric.ed.gov/fulltext/EJ1338047.pdf

https://www.researchgate.net/publication/361802180_Smart_Online_Examination_Anti-Cheat_System


     Cabins can be continuously available and take away from the teacher the burden of stress, including pressures related to the application of exams, now linked directly to an individual financial advantage. This type of technological resource that may seem reckless, nonetheless, may be an effective tool for educational progress. This could be especially valid to ascertain the quality of distance learning courses and the work other educational institutions deliver.

      In time, the level of demand for these assessments should be light rather than heavy but nevertheless maintain an unwavering minimum level of demand. Circumstances may require adjustments and even for periods dismiss assessments.

 

 

      The era of individualized learning, which is highly efficient, is beginning with technological and AI support, and hopefully will spread worldwide soon. If it has a remarkably high efficiency this lowers the assessment problem and adds a lot to EUBI programs implementation.

https://elearningindustry.com/how-ai-is-personalizing-education-for-every-student


          4) Differentiated pay for levels of the program with higher degrees of difficulty, as a stimulus to the cultural and intellectual progress of the participants. Levels of gain, however differentiated, must be suitably modest, so as not to discourage the continuous exchange with the usual labor market, be economically feasible and politically defensible.

          5) Mechanisms that permanently, continually, and adequately serve the transit between the education income program (EUBI) and the usual labor market are crucial. Program participants may choose non-educational work for varied reasons, since study activities can engender high stress and require resilience (they involve a continuous self-restructuring) or because aims at higher income, or both. If the situation of lack of work and income returns, a rapid reinsertion in the program (EUBI) must continually be available.

 

Social segments and crucial problems that will benefit .

          1) All members of society, since work and income guarantee will be permanently in place for all people, solving the great challenge to achieve a harmonious social life, with less fear, anxiety, and interpersonal violence.

          2) Migrants and refugees: Programs without a counterpart requirement and those conditioned-on participation in educational processes, referred to above, could be important tools in refugee assistance in host countries and in territories in countries of their origin or in third countries agreed upon, established, and safeguarded, by the United Nations (UN). Of great importance  is the payment in an individualized basis, from birth on, avoiding intermediacy of other governments beyond the sponsor government, and so greatly empowering the migrants as direct recipients of resources they will spend in locally, emphasizing their economic  agency.

         3) The rising criminality rate and high criminal recidivism would benefit from income and work universalization programs, for the benefit of all of us, by the reduction of interpersonal violence, in good measure generated by stress for survival. Educational Universal Basic Income (EUBI) programs for the inmate population are feasible since costs and other aspects are much lower than those that involve usual work. 

 

         4) Stimulate the Economy is a challenge, important in crises like that of COVID19; episodic transfers of resources to the population are less efficient than are perennial transfers, such as those provided by Universal Income programs. In a crisis, without work and income, people will keep all resources they can, but if an income, even if modest, is permanent, the resources received will circulate in the economic system. 

         5) An Educational Universal Basic Income (EUBI) concatenated with an Unconditional Universal Basic Income (UBI), will produce a socioeconomic structure, where the pathological extremes of poverty and extremely low income versus extremely high income and richness concentration will attenuate. Such a society can still give rise to great economic heterogeneity; there will still be poor and rich; but extremes of misery and poverty linked to scarcity of work and income and devaluation of the work provided will decrease.

        6)We believe that universalization of work and income, with strong stimulus to the continuous increase of the overall educational level, is fundamental to the meaning and purpose of human civilization.

 

 

       Nowadays numerous UBI pilot programs are ongoing, and others concluded, appointing benefits in an extensive list of socioeconomic and associated aspects, to the lives of participants and to the societies they belong to.

https://en.wikipedia.org/wiki/Universal_basic_income_pilots

https://twitter.com/UBIToday

https://poutpoury.blogspot.com/2014/09/the-powerof-unconditioned-and.html


Promising effects of UBI observed from numerous studies.Table by Scott Santens , renowned activist and  scholar.




Evaldo  Reischl.

reischl92@gmail.com

https://poutpoury.blogspot.com/

Tuesday, August 26, 2014



Nuvens 1; clouds ; nuages ; Wolken ; nubes ; बादलों ; nuvole ; 云 ; 雲 ; облака ; skyer ; mraky ; الغيوم ; chmury.



Friday, August 22, 2014


Riqueza, Pobreza e Simetria.


Qual é o mecanismo mais básico que sustenta as enormes e por vezes chocantes diferenças de renda e riqueza entre as pessoas, prevalente em quase todo o mundo? Basicamente são as regras que estão consagradas nas leis que ditam a forma como se estruturam as relações econômicas e outras, entre os membros de diferentes sociedades nacionais. Ao longo da história humana, essas regras coevoluíram com as relações de poder envolvendo indivíduos e grupos. O que gostaria de sugerir é que essas regras e, portanto, as leis que emanam delas são uma construção coletiva, governada por uma simetria poderosa, que poderíamos designar de a simetria da vontade de ser rei, de ser feliz para sempre, da saudade do paraíso. Essa simetria é baseada em características da psique humana, onde o aspecto referido, com diferentes designações, está universalmente presente. A simetria propriamente dita consiste na troca aleatorizada de indivíduos na estrutura social, mesmo em massa, sem produzir acentuado estresse nas regras que governam as relações econômicas e outras e, consequentemente, mantendo o status quo vigente, por exemplo, distribuição de renda e distribuição de riqueza. Embora resistente mudar, a história nos mostra que essa simetria poderosa evolui ao longo do tempo, o aspecto básico vai sempre estar presente, mas a qualidade de sua expressão sofre modificações que levam a mudanças nas regras em direção um nível ético mais avançado. Estudo e reflexão sobre a natureza das relações socioeconômicas na sociedade humana poderá acelerar mudanças, daí o ensino regular pré-universitário deveria incluir disciplinas da área socioeconômica com enfoque, também, em temas como mérito, valor comparativo dos diversos tipos de trabalho, ganância, lucro, distribuição de renda. A diferença entre legal e justo, ou seja aquilo que as regras ou leis vigentes exigem e sua análise sob a ótica ética, ou seja se a moral vigente se sustenta como lógica e de bom senso. 


























SOCIOECONOMIA E A SAGA CREPÚSCULO DE Stephenie Meyer .

 

A saga Crepúsculo, sobre vampiros e lobisomens, de Stephenie Meyer, segundo a própria autora, tem seu início num sonho que teve em dois de junho de 2003. Essa emersão do subconsciente parece ter um claro significado socioeconômico.

Vampiros são poderosos e usualmente levam uma vida de luxo e conforto, na saga de Meyer, mas dependem do sangue de outras criaturas para subsistir. Lobisomens são igualmente poderosos, não tão bem caracterizadas na saga, tem uma vida menos sofisticada e mais integrada à Natureza, sendo, porém, capazes de manter os vampiros em xeque.Bella, a figura principal, é um centro de consciência em evolução, que luta para se decidir por uma dessas duas forças primevas, representadas pelos vampiros e lobisomens. Uma síntese criativa entre essas forças psíquicas seria o Homo sapiens vampilupus ou Homo vamilupus. Esse homem emergente reconhece sua natureza de vampiro e lobisomem, levando a elaboração de uma estrutura psíquica mais cooperativa em seu contexto socioeconômico. Isso se dará devido a uma compreensão diferenciada do contexto socioeconômico em que se insere. Isso pode levar a uma evolução conveniente da poderosa simetria, zeitgeist ou disposição mental coletiva, que parece governar nossas relações socioeconômicas, a um patamar ético mais elevado.